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Resenha Outros Jeitos de Usar a Boca



Eu não costumo trazer resenha de livros aqui para o blog pela razão de que quase não consigo ler coisas além da minha área de atuação. Nunca dá tempo, porque sempre tem um livro texto ou um artigo na fila.

Mas, esse pequenininho aqui me chamou atenção! Eu vi algumas poesias rolando pelas redes socais e resolvi conferir o livro Outros Jeitos de Usar a Boca (título original Milk and Honey), da Rupi Kaur. Não é que eu me apaixonei e devorei-o em minutos.

A autora traz temas polêmicos e reflexões sobre situação cotidianas que envolvem abuso, dependência, amor, aceitação, entre outros. Cada página nos traz uma sensação diferente e é quase impossível você não se identificar com alguma das tantas situações tratadas no livro.

outros jeitos de usar a boca


Sinopse: ‘outros jeitos de usar a boca’ é um livro de poemas sobre a sobrevivência. Sobre a experiência de violência, o abuso, o amor, a perda e a feminilidade. O volume é dividido em quatro partes, e cada uma delas serve a um propósito diferente. Lida com um tipo diferente de dor. Cura uma mágoa diferente. Outros jeitos de usar a boca transporta o leitor por uma jornada pelos momentos mais amargos da vida e encontra uma maneira de tirar delicadeza deles. Publicado inicialmente de forma independente por Rupi Kaur, poeta, artista plástica e performer canadense nascida na Índia – e que também assina as ilustrações presentes neste volume –, o livro se tornou o maior fenômeno do gênero nos últimos anos nos Estados Unidos, com mais de 1 milhão de exemplares vendidos.

❤ DOR: A primeira parte do livro é marcada pela dor. A autora aborda aspectos femininos com temas relacionados à violência doméstica, abuso sexual, relacionamentos familiares, falta autoestima, entre outros.

“Você me diz para ficar quieta porque
minhas opiniões me deixam menos bonita
mas não fui feita com um incêndio na barriga
para que pudessem me apagar
não fui feita com leveza na língua
para que fosse fácil de engolir
fui feita pesada
metade lâmina metade seda
difícil de esquecer e não tão fácil
de entender.”

outros jeitos de usar a boca


❤ AMOR: O amor retratado em todas as suas facetas: sexo, satisfação, companheirismo, paixão, segurança... Aquele sentimento de poder que temos sobre nós mesma e sobre o mundo quando estamos apaixonadas.

“Não quero ter você
para preencher minhas partes vazias
quero ser plena sozinha
quero ser tão completa
que poderia iluminar a cidade
e só aí quero ter você
 porque nós dois juntos
botamos fogo em tudo.”

❤ RUPTURA: Esse foi o capítulo que mais me envolveu, pois retratada fins de relacionamentos. Muita emoção nos mostra as tentativas em se manter algo que já não existe mais, o afastamento, as brigas, a tristeza, as coisas que esse término pode levar de você!

“Você é como pele de cobra
e eu vou te arrancando sempre que dá
minha cabeça vai deixando pra lá
cada detalhe exótico
do seu rosto
o desapego se
transformou em esquecimento
e isso é a coisa
mais triste e deliciosa
que já me aconteceu.”

outros jeitos de usar a boca

❤ CURA: Para terminar, a cura. Fechando ciclos e se reencontrando, trazendo a tona um novo nascimento (um renascimento). Amor próprio e empoderamento vão tomando conta das páginas e uma força nos mostra que há uma luz e que você será feliz quando se encontrar e se respeitar! Confie!

“eu sei que é difícil
acredite
eu sei que parece
que o amanhã não vai chegar nunca
e que hoje vai ser o dia
mais difícil de aguentar
mas eu juro que você vai aguentar
a dor passa
como sempre
se você der tempo à dor e
deixar só deixar
pra lá
devagar
como uma promessa que se quebra
deixa pra lá”


Outros Jeitos de Usar a Boca traz por meio da poesia temas atuais que abordam a vivência feminina nos lembrando de que, independente de quão escuro e difícil seja, a cura está em você mesma e na rede de suporte que você pode encontrar em outras mulheres!

Título Original: Milk and Honey
Autor: Rupi Kaur
Tradução: Ana Guadalupe
Editora: Planeta
Número de páginas: 208

Me conta, você já leu? O que achou da narrativa?
Me acompanha no instagram, sempre tem novidades por lá.
Beijos...

Resenha Outros Jeitos de Usar a Boca



Eu não costumo trazer resenha de livros aqui para o blog pela razão de que quase não consigo ler coisas além da minha área de atuação. Nunca dá tempo, porque sempre tem um livro texto ou um artigo na fila.

Mas, esse pequenininho aqui me chamou atenção! Eu vi algumas poesias rolando pelas redes socais e resolvi conferir o livro Outros Jeitos de Usar a Boca (título original Milk and Honey), da Rupi Kaur. Não é que eu me apaixonei e devorei-o em minutos.

A autora traz temas polêmicos e reflexões sobre situação cotidianas que envolvem abuso, dependência, amor, aceitação, entre outros. Cada página nos traz uma sensação diferente e é quase impossível você não se identificar com alguma das tantas situações tratadas no livro.

outros jeitos de usar a boca


Sinopse: ‘outros jeitos de usar a boca’ é um livro de poemas sobre a sobrevivência. Sobre a experiência de violência, o abuso, o amor, a perda e a feminilidade. O volume é dividido em quatro partes, e cada uma delas serve a um propósito diferente. Lida com um tipo diferente de dor. Cura uma mágoa diferente. Outros jeitos de usar a boca transporta o leitor por uma jornada pelos momentos mais amargos da vida e encontra uma maneira de tirar delicadeza deles. Publicado inicialmente de forma independente por Rupi Kaur, poeta, artista plástica e performer canadense nascida na Índia – e que também assina as ilustrações presentes neste volume –, o livro se tornou o maior fenômeno do gênero nos últimos anos nos Estados Unidos, com mais de 1 milhão de exemplares vendidos.

❤ DOR: A primeira parte do livro é marcada pela dor. A autora aborda aspectos femininos com temas relacionados à violência doméstica, abuso sexual, relacionamentos familiares, falta autoestima, entre outros.

“Você me diz para ficar quieta porque
minhas opiniões me deixam menos bonita
mas não fui feita com um incêndio na barriga
para que pudessem me apagar
não fui feita com leveza na língua
para que fosse fácil de engolir
fui feita pesada
metade lâmina metade seda
difícil de esquecer e não tão fácil
de entender.”

outros jeitos de usar a boca


❤ AMOR: O amor retratado em todas as suas facetas: sexo, satisfação, companheirismo, paixão, segurança... Aquele sentimento de poder que temos sobre nós mesma e sobre o mundo quando estamos apaixonadas.

“Não quero ter você
para preencher minhas partes vazias
quero ser plena sozinha
quero ser tão completa
que poderia iluminar a cidade
e só aí quero ter você
 porque nós dois juntos
botamos fogo em tudo.”

❤ RUPTURA: Esse foi o capítulo que mais me envolveu, pois retratada fins de relacionamentos. Muita emoção nos mostra as tentativas em se manter algo que já não existe mais, o afastamento, as brigas, a tristeza, as coisas que esse término pode levar de você!

“Você é como pele de cobra
e eu vou te arrancando sempre que dá
minha cabeça vai deixando pra lá
cada detalhe exótico
do seu rosto
o desapego se
transformou em esquecimento
e isso é a coisa
mais triste e deliciosa
que já me aconteceu.”

outros jeitos de usar a boca

❤ CURA: Para terminar, a cura. Fechando ciclos e se reencontrando, trazendo a tona um novo nascimento (um renascimento). Amor próprio e empoderamento vão tomando conta das páginas e uma força nos mostra que há uma luz e que você será feliz quando se encontrar e se respeitar! Confie!

“eu sei que é difícil
acredite
eu sei que parece
que o amanhã não vai chegar nunca
e que hoje vai ser o dia
mais difícil de aguentar
mas eu juro que você vai aguentar
a dor passa
como sempre
se você der tempo à dor e
deixar só deixar
pra lá
devagar
como uma promessa que se quebra
deixa pra lá”


Outros Jeitos de Usar a Boca traz por meio da poesia temas atuais que abordam a vivência feminina nos lembrando de que, independente de quão escuro e difícil seja, a cura está em você mesma e na rede de suporte que você pode encontrar em outras mulheres!

Título Original: Milk and Honey
Autor: Rupi Kaur
Tradução: Ana Guadalupe
Editora: Planeta
Número de páginas: 208

Me conta, você já leu? O que achou da narrativa?
Me acompanha no instagram, sempre tem novidades por lá.
Beijos...

Você já parou para enxergar o mundo hoje?



Já dizia O Pequeno Príncipe: “O essencial é invisível aos olhos”.
Essa frase abre portas e nos inunda de sentimentos. Podemos divagar horas e horas sobre seu significado.
Hoje quero destacar um ponto que pode passar despercebido: o enxergar não apenas com os olhos ou com o coração, mas enxergar visceralmente, com todas as células que movem o seu viver!
Nós vemos tudo o que passa pelo nosso alcance, mas será que estamos enxergando minimamente o essencial? E além do essencial?


Não enxergar faz com que você tome formas que não lhe cabem, que não correspondem ao seu ser.
Talvez seja hora de abrir os olhos, enxergar e sair das formas pré-fabricadas, tornar-se inconformado.

Quando você passa a enxergar aos poucos se torna sensível ao mundo e empático as pessoas a sua volta, permitindo-se alterar sua forma quantas vezes forem necessárias.

E assim você desperta!
E assim o mundo se reorganiza.

Não aceite conformações, não aceite prisões, não acredite em tudo o que lhe falam, lembre-se que aquilo que é certo nem sempre é o melhor.
Por isso, questione: será que esse mundo cego, com ideias conformadas, não está impedindo que eu consiga enxergar?
  
Para cada pessoa com dificuldade em reconhecer a sua identidade há várias outras, manipuladoras, querendo-lhes socar uma verdade de mundo goela abaixo. E isso torna-se extremamente perigoso. 
Quando acatamos ao pensamento de um grupo, sem questioná-lo, podemos acabar ignorando os nossos próprios. Pior, podemos não saber diferenciar qual é o nosso pensamento e qual é o do grupo.

Mas será que é possível que esse seu conceito, tão bem definido; essa sua opinião, tão cheia de si; esse seu eu, tão real, terem sidos inseridos no seu ser? Sem você ao menos perceber e, assim, negando-te o direito de se defender?  
Num mundo onde informação viaja na velocidade da luz, sim, isso não só é possível como acontece diariamente. Você já foi averiguar se aquilo que viu nas redes sociais era real antes de compartilhar? Você deu a opção de defesa para aquela pessoa que foi martirizada em alguma situação num vídeo por ai?

Pensar igual ao grupo pode trazer vantagens. Quem vai assumir o erro, eu ou o grupo? Escondemo-nos atrás de outros pensamentos e diminuímos nosso risco de falhar. Não precisamos enfrentar nossas contradições, não precisamos nos desconstruir, não precisamos assumir que erramos, não precisamos justificar nossa mudança de opinião, jogamos tudo nas costas dos outros, fechamos nossos olhos.

Mas lembre-se, "tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas". 
Então pense... Isso faz sentido? Esse grito exalta o meu modo de ser, respeita a minha liberdade individual e a das pessoas ao meu redor?
Por tanto, pare por um momento, abra seus olhos, olhe ao seu redor, olhe para você mesmo, perceba, enxergue, INconforme-se.
Sim, vai ser assustador, vai cansar e pode até ser desconfortável, mas depois que você enxergar não irá mais conseguir imaginar como seria viver às cegas!
  
“Nunca é tarde demais para abandonar nossos preconceitos. Não se pode confiar às cegas em nenhuma maneira de pensar ou de agir, por mais antiga que seja. O que hoje todo mundo repete ou aceita em silêncio como verdade, amanhã pode se revelar falso; mera bruma de opinião, que alguns tomam como uma nuvem de chuva que fertilizaria seus campos.” – Henry David Thoreau



Aperta o play no vídeo e confere o que Sandy e Júnior tem a ver com essa história!









Você já parou para enxergar o mundo hoje?



Já dizia O Pequeno Príncipe: “O essencial é invisível aos olhos”.
Essa frase abre portas e nos inunda de sentimentos. Podemos divagar horas e horas sobre seu significado.
Hoje quero destacar um ponto que pode passar despercebido: o enxergar não apenas com os olhos ou com o coração, mas enxergar visceralmente, com todas as células que movem o seu viver!
Nós vemos tudo o que passa pelo nosso alcance, mas será que estamos enxergando minimamente o essencial? E além do essencial?


Não enxergar faz com que você tome formas que não lhe cabem, que não correspondem ao seu ser.
Talvez seja hora de abrir os olhos, enxergar e sair das formas pré-fabricadas, tornar-se inconformado.

Quando você passa a enxergar aos poucos se torna sensível ao mundo e empático as pessoas a sua volta, permitindo-se alterar sua forma quantas vezes forem necessárias.

E assim você desperta!
E assim o mundo se reorganiza.

Não aceite conformações, não aceite prisões, não acredite em tudo o que lhe falam, lembre-se que aquilo que é certo nem sempre é o melhor.
Por isso, questione: será que esse mundo cego, com ideias conformadas, não está impedindo que eu consiga enxergar?
  
Para cada pessoa com dificuldade em reconhecer a sua identidade há várias outras, manipuladoras, querendo-lhes socar uma verdade de mundo goela abaixo. E isso torna-se extremamente perigoso. 
Quando acatamos ao pensamento de um grupo, sem questioná-lo, podemos acabar ignorando os nossos próprios. Pior, podemos não saber diferenciar qual é o nosso pensamento e qual é o do grupo.

Mas será que é possível que esse seu conceito, tão bem definido; essa sua opinião, tão cheia de si; esse seu eu, tão real, terem sidos inseridos no seu ser? Sem você ao menos perceber e, assim, negando-te o direito de se defender?  
Num mundo onde informação viaja na velocidade da luz, sim, isso não só é possível como acontece diariamente. Você já foi averiguar se aquilo que viu nas redes sociais era real antes de compartilhar? Você deu a opção de defesa para aquela pessoa que foi martirizada em alguma situação num vídeo por ai?

Pensar igual ao grupo pode trazer vantagens. Quem vai assumir o erro, eu ou o grupo? Escondemo-nos atrás de outros pensamentos e diminuímos nosso risco de falhar. Não precisamos enfrentar nossas contradições, não precisamos nos desconstruir, não precisamos assumir que erramos, não precisamos justificar nossa mudança de opinião, jogamos tudo nas costas dos outros, fechamos nossos olhos.

Mas lembre-se, "tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas". 
Então pense... Isso faz sentido? Esse grito exalta o meu modo de ser, respeita a minha liberdade individual e a das pessoas ao meu redor?
Por tanto, pare por um momento, abra seus olhos, olhe ao seu redor, olhe para você mesmo, perceba, enxergue, INconforme-se.
Sim, vai ser assustador, vai cansar e pode até ser desconfortável, mas depois que você enxergar não irá mais conseguir imaginar como seria viver às cegas!
  
“Nunca é tarde demais para abandonar nossos preconceitos. Não se pode confiar às cegas em nenhuma maneira de pensar ou de agir, por mais antiga que seja. O que hoje todo mundo repete ou aceita em silêncio como verdade, amanhã pode se revelar falso; mera bruma de opinião, que alguns tomam como uma nuvem de chuva que fertilizaria seus campos.” – Henry David Thoreau



Aperta o play no vídeo e confere o que Sandy e Júnior tem a ver com essa história!









Movie Time: filmes baseados nos livros de Nicholas Sparks



O que as três imagens abaixo tem em comum?


São filmes baseados nas obras de Nicholas Sparks, do gênero romance, com cenas de tirar o fôlego, são emocionantes e com boysmagias que pelamor!

Eu não sou muito fã de Romance, mas confesso que adoro e sempre me emociono com os filmes baseados nos livros de Nicholas Sparks. 
Apesar das histórias serem clichês, os filmes são realmente muito bons.

Pra quem não sabe, Nicholas Sparks  é um escritor norte americano que possui em suas obras inúmeros best-sellers (Um Amor Para Recordar, Querido John...), dentre os quais nove já foram adaptados para a telona.

Curiosa? Se segura e aperta o play.

❤ Um homem de sorte



Durante a Guerra do Iraque, o fuzileiro Logan Thibault (Zac Efron) encontra a foto de uma mulher desconhecida. A partir desse momento sua vida muda completamente e ele encontra na foto o seu amuleto de sorte. Ao retornar aos Estados Unidos, Logan inicia a busca pela mulher misteriosa (Taylor Schilling). A partir desse momento, o amor, em meio a problemas com ex-marido violento e desconfianças, floresce entre os dois. Com ótimos atores e cenas de tirar o fôlego, o filme nos traz a reflexão sobre o destino. Ele realmente existe? Ou tudo é por acaso? É possível que as nossas vidas estejam interligadas por algum motivo?

Ficha catalográfica:
Titulo Original: The Lucky One
Lançamento: 04/05/2012
Duração: 1h41min
Direção: Scott Hicks
Atores: Zac Efron (bem crescidinho por sinal), Taylor Schilling, Blythe Danner...
Gênero: Romance, Drama.

❤ Diário de uma Paixão


A história se passa em um asilo, com um senhor que incansavelmente lê uma história para uma senhora. No decorrer do filme, percebemos que a história de amor passa por inúmeros desafios: preconceito, diferenças sociais, implicâncias familiares... Resultando na separação do casal apaixonado. A história mostra o dilema vivido pela personagem principal, com o coração dividido entre seu primeiro amor e o belo rapaz que pode lhe oferecer a vida tranquila que sua família sempre sonhou. 
E ai eu me pergunto: quem nunca viveu um dilema no amor? Quem nunca teve uma história interrompida? Que nunca sofreu por amor?

Ficha catalográfica:
Titulo Original: The Notebook
Lançamento: 13/08/2004
Duração: 2h03min
Direção: Nick Cassavetes
Atores: Ryan Gosling, Rachel McAdams, James Garner, Gena Rowlands, James Marsden.
Gênero: Romance, Drama.


❤ Um porto seguro


Uma misteriosa mulher chamada Katie (Julianne Hough) se muda para a pequena cidade de Southport. Apesar de estar claro que ela tenta abandonar o seu passado, ele parece não deixa-lá em paz. Ela tenta evitar qualquer tipo de relacionamento com os outros habitantes da região, mas não consegue escapar dos encantos do charmoso Alex (Josh Duhamel), um homem gentil, viúvo e pai de dois filhos. Os dois iniciam uma história de amor, mas um segredo a impede de ser plenamente feliz.
Que atire a primeira pedra quem nunca teve um relacionamento infeliz que teimou em te atormentar?

Ficha catalográfica:
Titulo Original: Safe Haven
Lançamento: 19/04/2013
Duração: 1h55min
Direção: Lasse Hallstrom
Atores: Julianne Hough, Josh Duhamel, Cobie Smulfers…
Gênero: Romance, Drama.


Como eu disse, os filmes são clichês. 
Seguem uma fórmula: 
casal + destino + desafios + cenas de tirar o fôlego + boymagia saradão = sucesso
Mas eu realmente gostei muito.

Se você nunca assistiu e ficou com vontade, prepara a pipoca e o cobertor e me conta depois como foi a experiência.
Se você já assistiu, posta nos comentários a sua visão sobre os filmes e diga de qual você mais gostou. Tem algum para indicar que não está nessa lista?

Qual gênero você quer ver no próximo mês? Deixe sua sugestão, ficarei feliz em selecionar o que melhor agradar.
Beijos